O CULTO AO JACK DANIEL’S

maio 17th, 2012 | postado por: Campari Joy

Nunca levei muito a sério gente que faz culto à cachaça, embora o Jack Daniel’s sempre estivesse presente, mesmo que em segundo plano, nas coisas que eu mais gosto, bandas de rock. Eu não sou muito de beber e minha fase uísque foi aos 16 anos, mas recentemente eu tava na noite e o drink da vez foi Jack Daniel”s – apaixonei,  faço parte dos Jack Daniel’s lovers e até vou comprar a clássica  camiseta (igual a essa da Jaquelinda)!

A história da marca é tão preciosa quanto o sabor do uísque: Jack Daniel comprou a destilaria de um pastor aos 13 anos de idade. Alguns anos mais tarde, ele mudou a fábrica para o Tennessee e passou a fabricar o uísque com água puríssima de uma fonte de calcário, em condições climáticas perfeitas, isso por volta de 1865. Em 1904 Jack Daniel’s ganhou o prêmio de melhor uísque do mundo, competindo com as mais consagradas marcas européias.

Mas e aí, além do tradicionalismo e poder da marca e uma legião de fãs composta por rockeiros famosos (o baixista do Van Halen até mandou fazer um baixo em homenagem à bebida), o que o Jack Daniel’s realmente tem de tão interessante? Pra mim, um sabor bem particular, que proporciona uma das bebedeiras mais especiais que alguém pode ter. Porre de Jack Daniel’s é mágico.


Como amanhã é sexta e para alguns o fim de semana começa hoje, achei o tema bem pertinente! Toma um Jack por mim na noite.


MOMMY’S DAY

maio 13th, 2012 | postado por: Campari Joy

Fotos vintage das “Mães Invisíveis”, que seguravam os bebês no colo completamente cobertas, para que as crianças ficassem mais tranquilas na hora da foto. Homenagem (meio mórbida) do CJ.COM a todas as mães.

A CARA DA RIQUEZA

maio 11th, 2012 | postado por: Campari Joy

Finalmente eu assiti W.E, o Romance do Século. Eu já havia pesquisado sobre o filme para falar dele no blog do Neumarkt e essa história tem vários elementos que me intrigaram: a nobreza britânica, uma história de amor escandalosa, Madonna na direção e o destino de uma nação em jogo!

Confesso que esperava mais intensidade, mas considerando que o filme foi pras salas de cinema era de se esperar algo mais digerível mesmo. Também não gostei muito dos floreios da direção, achei que a profundidade do filme foi suplantada pelos artifícios de direção – Madonninha é cinéfila e deu pra catar o toque cult que ela quis dar ao filme. Prefiro Filth and Wisdom.

Mas tá, nem curto/conheço cinema pra ficar falando, mas sempre que eu assisto um filme que é baseado em fatos reais eu corro pra internet pra tentar descobrir o que realmente aconteceu e o W.E vale por resgatar um pouco de Wallis Simpson, que é realmente a cara da riqueza!

Com dá pra perceber pelas fotos acima, Wallis era dona de um senso estético e de estilo muito particulares! Na época do romance, o mundo todo questionou como o Rei da Inglaterra (fan de farras, bebedeiras e várias mulheres) pode enlouquecer a ponto de renunciar ao trono por uma mulher que nem era bonita – tá boa! Wallis Simpson maravilhosa e cheia de classe FOREVAH! Adoro os traços duros do seu rosto, sempre ostentando um batom vermelho, os cabelos bem alinhados, a silhueta esguia e marcada na cintura, a forma como ela dispunha os acessórios “ao longo do look”. A cara da riqueza para sempre!

Grande parte (não sei se todo) do acervo do casal Wallis e Eduardo foi leiloado pela Sotheby’s, esse é inclusive um dos cenários do filme. A relação de Wallis com a moda foi bem intensa, como já se pode adivinhar. Wallis era fã da estilista Elsa Schiaparelli e seu figurino era impecável até na hora de dormir.

Wallis inclusive foi fotografada para a Vogue UK em 1937 vestindo, dentre outras coisas, uma criação emblemática da maravilhosa Elsa Schiaparelli em colaboração com Salvador Dali: o vestido de lagosta.

E falando em moda, um capítulo a parte na vida de Wallis foram suas joias, a maioria delas presente de seu marido. A beleza, importância e criatividade das peças de Wallis para mim são o que traduz a joalheria moderna – o revival de animais da Cartier não me deixa mentir!

Wallis só foi convidada a retornar à Inglaterra para o funeral de Eduardo, nos anos 70. Gostaria muito de saber mais sobre o que ela pensava sobre a vida – essa foi uma das lacunas que o filme não preencheu. Penso que por ter suportado ter sido odiada a vida toda por grande parte do mundo em nome do seu amor, Wallis Simpson merece ser admirada não somente pelo seu estilo e beleza, mas também por sua coragem.

GYPSY GANGSTA!

maio 10th, 2012 | postado por: Campari Joy

Fotos por Siouxzen Kang.

SEXO: FEMININO

maio 7th, 2012 | postado por: Campari Joy

A Vice soltou semana passada uma entrevista com Erika Lust, diretora de filmes pornô. O trabalho dela é voltado para as mentes femininas – ela tenta mostrar o pornô sob a ótica das mulheres, com enredo, produções e cenas que pretendem ir além da putaria explícita e sem graça da maioria dos filmes de sexo que tem por aí.

Eu não sou consumidora de filmes pornôs justamente porque acho meio grotesco a forma como a situação é apresentada, eu não gosto daquele tipo de sexo. Projetos como esse de Erika vem para auxiliar (e muito!) a descoberta e aceitação da sexualidade femininas até mesmo por nós, mulheres.

Crescendo num mundo (e se relacionando com homens) que tem como base o “cronograma sexual” apresentado nas putarias tradicionais não dá pra ser muito feliz, né?

Clique aqui e leia a entrevista na Vice.

CURADORIA É O NOVO PRETO

maio 6th, 2012 | postado por: Campari Joy

A Revista Love é uma das publicações mais arrojadas que conheço – sempre a frente quando o assunto é imagem de moda e conteúdo relacionado. As ações da Love são sempre muito ricas e modernas, a revista já teve 9 capas diferentes para a mesma edição e também jogou Lea T aos holofotes beijando Kate Moss na boca. E eu gosto muito do nome, Love!

E para mostrar que nem só das imagens geradas pelo importante networking  da editora criativa Katie Grand é que vive a revista, a próxima edição da Love vem atrelada ao que eu considero de mais inteligente e importante na Comunicação Social atual: “Katie escalou profissionais que não são jornalistas, mas que tem (e de sobra) o que hoje é uma das principais ferramentas para o sucesso de um veículo: o olhar e a curadoria”, disse o FFW.

Para combater o oversharing e sair do lugar comum, é fundamental buscar pessoas de verdade para agirem como “editoras”, sempre levando em conta as referências pessoais do profissional, que funciona como filtro para gerar um conteúdo mais autêntico e menos vítima de tendências.

Vários segmentos de mercado tem se interessado por essa nova forma de trabalhar – tanto que até já existem softwares para auxiliar na curadoria (embora eu pense que isso vá de encontro a nova proposta). Eu gosto de chamar esse novo momento de geração de conteúdo de COMUNICAÇÃO ORGÂNICA, que foca no qualitativo, no pensamento e em novas ideias. Essa é a base do meu trabalho com os blog corporativos: não apenas reproduzir notícias, mas sim agregar algum novo pensamento e conferir veracidade e humanização à marca (e é uma coisa muito humana mesmo, como eu gosto).

“A ideia inicial à época do estouro dos blogs tinha tudo a ver com isso, mas hoje encontramos mais bobeiras do que opiniões que valham à pena. Ser um bom curador pode sim trazer benefícios econômicos, mas à princípio, é um trabalho solitário e de muito esforço” – é o que publicou o FFW a respeito da curadoria.

Resolvi discorrer sobre isso porque é ainda uma coisa muito nova e as pessoas não entendem, ainda mais no nosso mercado local, onde blogueira é quem vive de postar look do dia e esmalte. Eu também sou blogueira, mas não aquele tipo de blogueira.

MAKING MY HEART SINGS

maio 6th, 2012 | postado por: Campari Joy

Vídeo incrível!